Manejo do DM2: Quando Adicionar a Segunda Droga?

PSU-MG - Processo Seletivo Unificado de Minas Gerais — Prova 2025

Enunciado

Mulher de 54 anos comparece ao consultório para acompanhamento de rotina de seis meses para o tratamento do diabetes mellitus tipo 2. Ela não tem preocupações imediatas. No último ano, ela consultou um nutricionista e tem tentado aderir à sua dieta para diabéticos. Ela também iniciou um programa de caminhadas. Seus medicamentos incluem metformina 1.000 mg duas vezes ao dia, sinvastatina 20 mg ao dia, lisonopril 20 mg ao dia, um multivitamínico e um suplemento de cálcio diariamente. Ela monitora seus níveis de glicemia em casa pela manhã, 2 ou 3 vezes por semana, e os valores de glicose medidos (em miligramas por decilitro) estão na faixa de 100. Ela nega ter hipoglicemia. Ela trabalha fora de casa, mas faz as refeições em horários regulares. Ao exame físico, sua pressão arterial é de 135x80 mmHg, sua frequência cardíaca é de 75 batimentos por minuto, a altura é de 160cm, peso é de 85kg e seu índice de massa corporal é 33kg/m². Outros achados do exame são normais. Os resultados dos exames laboratoriais incluem hemoglobina uma A1c (HbA1c) de 8,5% e valores normais de creatinina sérica e transaminases hepáticas. Qual é a MELHOR OPÇÃO de tratamento para melhorar o controle glicêmico dessa paciente?

Alternativas

  1. A) Adicionar uma única injeção de insulina glargina ao seu regime, com uma meta de HbA1c inferior a 7%, e discutir o risco de hipoglicemia.
  2. B) Adicionar sulfonilureia ao regime, com uma meta de HbA1c inferior a 7%, e discutir o risco de hipoglicemia.
  3. C) Aumentar a dose de metformina para 2.500 mg por dia, com uma meta de HbA1c inferior a 7%.
  4. D) Não fazer alterações no regime atual de redução da glicose e parabenizar a paciente pela sua evolução.

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