Santa Casa de Marília (SP) — Prova 2023
Após o diagnóstico e o início do tratamento de diabetes melito (DM), conhecido como o período de lua de mel, e antes da puberdade, a dose total diária de insulina geralmente é de:
Dose diária total de insulina em DM1 antes da puberdade (pós-lua de mel) = 0,7 a 1,0 UI/Kg/dia.
A dose de insulina em crianças com DM1 varia conforme a fase da doença e idade. No período pós-lua de mel e antes da puberdade, quando a produção endógena de insulina é mínima, a necessidade diária total geralmente se estabiliza entre 0,7 a 1,0 UI/Kg/dia para um bom controle glicêmico.
O Diabetes Mellitus Tipo 1 (DM1) é uma doença autoimune caracterizada pela destruição das células beta pancreáticas, resultando em deficiência absoluta de insulina. A insulinoterapia é o pilar do tratamento, e a dose diária total de insulina (DDT) deve ser cuidadosamente ajustada para cada paciente, especialmente em crianças, devido às suas necessidades metabólicas em constante mudança. Após o diagnóstico e início do tratamento, muitos pacientes com DM1 experimentam o "período de lua de mel", onde há uma recuperação parcial da função das células beta, diminuindo temporariamente a necessidade de insulina. No entanto, após essa fase e antes da puberdade, a produção endógena de insulina diminui significativamente, e a DDT se estabiliza. Nesse período, a dose geralmente varia de 0,7 a 1,0 UI/Kg/dia, sendo um valor de referência importante para o manejo. A puberdade é outro período de grande variação na necessidade de insulina, com aumento significativo devido à resistência à insulina induzida por hormônios. Residentes devem estar aptos a monitorar e ajustar a insulinoterapia, considerando fatores como idade, peso, atividade física, dieta e o estágio da doença, visando um controle glicêmico ideal e a prevenção de complicações agudas (cetoacidose, hipoglicemia) e crônicas.
É uma fase transitória após o início da insulinoterapia, onde a produção residual de insulina pelo pâncreas melhora temporariamente o controle glicêmico, reduzindo a necessidade de insulina exógena.
A dose varia com a idade, peso, estágio da puberdade, atividade física e fase da doença (diagnóstico, lua de mel, pós-lua de mel). Geralmente, aumenta com o crescimento e na puberdade.
O ajuste preciso é vital para evitar hipoglicemias e hiperglicemias, otimizar o controle glicêmico, prevenir complicações agudas e crônicas, e promover um desenvolvimento saudável.
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