Manejo da Hiperglicemia Grave no Diabetes Tipo 2

INEP Revalida - Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos — Prova 2014

Enunciado

Um paciente com 56 anos de idade, com antecedentes de obesidade desde a adolescência e hipertensão arterial sistêmica há cerca de 15 anos, em uso de enalapril - 10 mg duas vezes ao dia, procurou Ambulatório de Clínica Médica com queixas de poliúria e polidipsia iniciadas há cerca de três meses. Ele refere que perdeu cerca de 9 kg nesse período, sem alterações significativas na dieta habitual. Nega diagnóstico prévio ou história familiar de diabetes. Nega também doenças cardíacas, renais ou hepáticas. O paciente é sedentário e trouxe exame da semana anterior que mostra glicemia de jejum de 346 mg/dL (Valor de referência= 75-99 mg/dL) e uma outra glicemia de jejum, do dia anterior à consulta, de 334 mg/dL. A glicemia capilar no momento da consulta foi de 441 mg/dL. Ao exame físico encontra-se em estado geral regular, eupneico, desidratado (+/4+) e corado. Observa-se acantose nigricans cervical, Índice de massa de corporal – IMC) = 28,7 kg/m², circunferência abdominal = 105 cm, pressão arterial = 130 × 70 mmHg sentado e de pé. Auscultas cardíaca e pulmonar normais. Além da orientação dietética e da prática de atividade física a conduta a ser adotada nesse momento, com posterior reavaliação, deve ser:

Alternativas

  1. A) Tratamento sem medicamentos por enquanto.
  2. B) Metformina - 500 mg 2 vezes ao dia.
  3. C) Glibenclamida - 5 mg 2 vezes ao dia.
  4. D) Insulina NPH - 10 U ao deitar.

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