Tratamento DM2: Farmacologia e Esquemas de Insulina

SEMUSA (SMS) Macaé — Prova 2020

Enunciado

Sobre o tratamento do diabetes melito tipo 2 é possível afirmar, exceto:

Alternativas

  1. A) A metformina não deve ser usada em pacientes com função renal menor que 60 ml/dL, portadores de doenças hepáticas ou com maior risco de acidose.
  2. B) Os inibidores da dipeptidil peptidase IV, como a saxagliptina não causam hipoglicemia e podem ser usados em pacientes com insuficiência hepática.
  3. C) O antagonistas do receptor de GLP-1, como a liraglutida, não causam hipoglicemia e estão associados a perda de peso e menor motilidade do trato gastro-intestinal.
  4. D) As tiazolidinedionas, como a rosiglitazona, são os hipoglicemiantes de escolha em pacientes coronariopatas pois estão associadas a menor risco cardiovascular.
  5. E) O esquema de insulina escolhido deve simular a secreção endógena dessa substância. A glicemia em jejum é determinada pela insulina de ação lenta da noite precedente, a glicemia pré-prandial do almoço é determinada pela insulina rápida feita no café da manhã e a glicose pré-prandial do jantar é determinada pela insulina lenta da manhã.

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