DMG com Macrossomia: Conduta e Resolução da Gravidez

USP/HCRP - Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto (SP) — Prova 2019

Enunciado

Primigesta, 28 anos, com 37 semanas de idade gestacional, diagnóstico de diabetes mellitus gestacional, sem outras comorbidades, retorna à consulta de pré-natal sem queixas clínicas ou obstétricas. Em tratamento regular com atividade física, com controle dietético e insulinoterapia em esquemas basal/bolus. Exame físico geral e sinais vitais maternos sem alterações. Ganho de peso de 300 g em uma semana. Exame obstétrico: feto único, longitudinal, cefálico, altura uterina de 38 cm, com atividade uterina ausente, frequência cardíaca fetal de 130 bpm sem desacelerações, movimentação fetal presente.A avaliação ultrassonográfica do momento evidencia feto único, longitudinal, cefálico, dorso a direita, perfil biofísico fetal de 8 em 8, peso fetal estimado de 4.120 g, índice de líquido amniótico de 26 cm (VN: 5,1 a 16,9 cm), medida de maior bolsão amniótico de 9 cm (VN: 2,6 a 7,0 cm), O perfil glicêmico da última semana está demonstrado na figura abaixo. Considerando-se este caso clínico, a conduta no momento mais adequada é:

Alternativas

  1. A) Resolução da gravidez e controle glicêmico intraparto. 
  2. B) Internação hospitalar para ajuste das doses de insulina e reavaliação do perfil glicêmico. 
  3. C)  Internação hospitalar para ajuste das doses de insulina e associação de metformina. 
  4. D) Avaliação Dopplervelocimétrica da artéria umbilical e cerebral média fetal.

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