PMSO - Prefeitura Municipal de Sorocaba (SP) — Prova 2021
Considerando-se a relevância do Diabetes Mellitus Gestacional (DMG), tanto por sua prevalência como pelas consequências para o binômio materno fetal em curto e em longo prazo. Assinale a alternativa INCORRETA:
DMG bem controlado (dieta/exercício) → Parto vaginal é preferencial, cesárea NÃO é indicação rotineira.
Em gestantes com Diabetes Mellitus Gestacional bem controlado apenas com dieta e exercícios, a via de parto não é automaticamente cesariana. O parto vaginal é a via preferencial, a menos que existam outras indicações obstétricas para cesárea, como macrossomia fetal ou falha na progressão do trabalho de parto.
O Diabetes Mellitus Gestacional (DMG) é uma condição comum que afeta a gravidez, caracterizada por qualquer grau de intolerância à glicose com início ou primeiro reconhecimento durante a gestação. Sua prevalência e as potenciais consequências para a mãe e o feto, tanto a curto quanto a longo prazo, tornam seu manejo um ponto crucial na assistência pré-natal. Fatores de risco incluem obesidade, síndrome dos ovários policísticos, história de macrossomia e antecedentes familiares de diabetes. O diagnóstico e o tratamento precoce do DMG são fundamentais. No Brasil, o rastreamento envolve glicemia de jejum no primeiro trimestre para identificar diabetes pré-existente ou DMG precoce, e o Teste Oral de Tolerância à Glicose (TOTG) com 75g entre 24 e 28 semanas para as gestantes com glicemia de jejum normal. A maioria dos casos de DMG responde bem ao tratamento inicial com dieta e exercícios físicos, mas alguns podem necessitar de insulinoterapia. Em relação ao parto, a via de parto para mulheres com DMG bem controlado, utilizando apenas dieta e exercícios, não é automaticamente cesariana. O parto vaginal é a via preferencial, e a cesariana é reservada para indicações obstétricas específicas, como macrossomia fetal (geralmente >4500g), falha na indução ou outras complicações. A sensibilização para o rastreamento pós-natal é vital, pois mulheres com DMG têm um risco aumentado de desenvolver diabetes tipo 2 no futuro.
Para gestantes com DMG bem controlado apenas com dieta e exercícios, a via de parto vaginal é a preferencial, desde que não haja outras indicações obstétricas para cesariana.
Fatores de risco incluem obesidade, síndrome dos ovários policísticos, antecedente de macrossomia fetal em gestação anterior e história familiar de diabetes mellitus.
Mulheres com DMG têm um risco significativamente maior de desenvolver diabetes tipo 2 no futuro, tornando o rastreamento pós-natal crucial para detecção precoce e manejo.
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