FELUMA/FCM-MG - Fundação Educacional Lucas Machado - Ciências Médicas (MG) — Prova 2026
Paciente do sexo feminino, 35 anos de idade, gestante, G2PN1, com 39 semanas de gestação portadora de Diabetes Mellitus gestacional (DMG), em uso de insulina NPH, apresenta se assintomática para avaliação na maternidade, com bom controle glicêmico e movimentos fetais presentes e normais. Ao exame físico, encontra se em boas condições clínicas, com PA de 110 70 mmHg, BCF de 140 bpm e atividade uterina ausente. Ao toque vaginal: colo posterior, longo, 2 cm de dilatação, bolsa integra. É realizada cardiotocografia (CTG). FHR 240 bma FHR 240 mp FHR 240 bmp FHR 240.bmp 210 210 210 210 180 180 180 180 150 150 120 120 120 120 90 90 90 90 60 20164 20:10 100 100 12 75 100 75 50- 25 25 25 Fonte: doja) autorta) Com relação ao quadro clínico descrito acima, assinale a alternativa CORRETA quanto à conduta obstétrica indicada.
DMG em uso de insulina, 39 semanas → Indução do parto = Reduzir riscos materno-fetais.
Em gestantes com Diabetes Mellitus Gestacional (DMG) em uso de insulina, a indução do parto é frequentemente recomendada entre 39 e 40 semanas para reduzir o risco de macrossomia fetal, distocia de ombro e outras complicações, desde que não haja contraindicações.
O manejo do Diabetes Mellitus Gestacional (DMG) é crucial para a saúde materno-fetal. Em gestantes que necessitam de insulina para controle glicêmico, a programação do parto é um aspecto importante da conduta obstétrica. As diretrizes atuais frequentemente recomendam a indução do trabalho de parto entre 39 e 40 semanas de gestação. Essa recomendação visa mitigar os riscos associados à prolongação da gestação em casos de DMG, como o aumento da incidência de macrossomia fetal, distocia de ombro e outras complicações perinatais. A escolha do método de indução, como o uso de misoprostol para amadurecimento cervical, depende das condições do colo uterino e da avaliação clínica individual da paciente. A cardiotocografia (CTG) é utilizada para monitorar o bem-estar fetal antes e durante o processo de indução.
Para gestantes com DMG em uso de insulina, a indução do parto é geralmente recomendada entre 39+0 e 39+6 semanas de gestação.
A indução visa reduzir riscos como macrossomia fetal, distocia de ombro, trauma ao nascimento e natimorto, que são maiores em gestações prolongadas com DMG.
Sim, o misoprostol é um agente eficaz para o amadurecimento cervical e indução do trabalho de parto, sendo uma opção em gestantes com DMG sem contraindicações.
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