DMG no Puerpério: Rastreamento Pós-Parto e Macrossomia Fetal

UERJ/HUPE - Hospital Universitário Pedro Ernesto (RJ) — Prova 2022

Enunciado

Mulher de 32 anos, G3P2A0, procura atendimento na UBS com 40 dias pós-parto para orientações. Analisando seu cartão de pré-natal, observa-se que iniciou o acompanhamento na 25ª semana, tendo comparecido a seis consultas e negando qualquer comorbidade ou intercorrência na gravidez. Os exames mostraram na 1ª consulta: hematócrito = 35%; hemoglobina = 10,5g/dL; glicemia de jejum = 96mg/dL; VDRL e anti-HIV negativos. Toxoplasmose IgG negativo e IgM negativo. Tipagem sanguínea 0 Rh positivo; Coombs indireto negativo. O resumo enviado pela maternidade refere parto cesariano na 39ª semana de gestação, por desproporção cefalopélvica de feto com 4.250g, Apgar 9/9, tendo apresentado atonia uterina corrigida com uso de medicação uterotônica. Permaneceu por dois dias internada, tendo alta comexame físico descrevendo útero 3cm abaixo da cicatriz umbilical, lóquios serossanguinolentos, ferida operatória limpa e seca, e edema de membros inferiores bilateral, frio, 2+/4+. Entre os exames que devem ser solicitados para essa paciente no seu puerpério, deve-se incluir:

Alternativas

  1. A) TOTG
  2. B) ultrassonografia pélvica
  3. C) sorologia para toxoplasmose
  4. D) Doppler de membros inferiores

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