Diabetes Gestacional: Manejo, Complicações e Parto

SMS João Pessoa - Secretaria Municipal de Saúde de João Pessoa (PB) — Prova 2025

Enunciado

Maria, 30 anos, gestante de 34 semanas, primigesta, procura o ambulatório de pré-natal para acompanhamento. Ela relata que na primeira consulta, seu exame de glicemia de jejum apresentou resultado de 96 mg/dL, o que foi interpretado como sugestivo de diabetes gestacional. Ela não apresenta história familiar de diabetes, mas teve ganho de peso excessivo na gestação. Ao exame físico, nota-se aumento do volume abdominal e, a medida da altura uterina está acima do esperado para a idade gestacional. Realizou ultrassonografia obstétrica que evidencia aumento do líquido amniótico e feto em percentil 99 para a idade gestacional. Diante deste caso clínico, quais as principais hipóteses diagnósticas a serem consideradas, o momento de interrupção e a via mais indicada?

Alternativas

  1. A) Diabetes gestacional; polidrâmnia secundária a malformações fetais; cardiomiopatia fetal; interrupção entre 36 e 38 semanas, via obstétrica.
  2. B) Diabetes gestacional; macrossomia fetal, oligodramnia; interrupção programada entre 39 e 40 semanas, via cesariana.
  3. C) Diabetes gestacional; síndrome de hiperinsulinemia fetal; polidrâmnia; interrupção entre 37 e 39 semanas, via obstétrica, considerando a avaliação do bem-estar fetal.
  4. D) Diabetes mellitus tipo 2 não diagnosticada, anormalidades no crescimento fetal; oligodramnia; interrupção entre 38 e 40 semanas, via vaginal, se não houver sinais de sofrimento fetal.
  5. E) Diabetes gestacional; hemorragia de inserção placentária; polidramnia; interrupção entre 34 e 36 semanas, via cesariana, devido a risco aumentado de complicações.

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