PMFI - Prefeitura Municipal de Foz do Iguaçu (PR) — Prova 2020
Em relação a Diabete Mellitus (DM) marque a alternativa correta:
DM1 → redução expectativa de vida de ~15 anos, risco cetoacidose é maior. DM2 → insulina para controle glicêmico.
A Diabete Mellitus tipo 1 (DM1), por ser uma doença autoimune com deficiência absoluta de insulina, está associada a complicações crônicas graves e um risco elevado de cetoacidose, impactando significativamente a expectativa de vida. O objetivo da insulina na DM2 é controle glicêmico, não primariamente evitar cetoacidose, que é mais rara.
A Diabete Mellitus (DM) é uma doença metabólica crônica caracterizada por hiperglicemia, resultante de defeitos na secreção e/ou ação da insulina. A DM tipo 1, de origem autoimune, leva à destruição das células beta pancreáticas e deficiência absoluta de insulina, sendo mais comum em crianças e jovens. A DM tipo 2, mais prevalente, envolve resistência à insulina e deficiência relativa de sua secreção, associada a fatores genéticos e estilo de vida. A DM tipo 1, devido à sua natureza autoimune e ao manejo complexo, está associada a uma redução significativa na expectativa de vida, estimada em cerca de 15 anos, principalmente devido às complicações crônicas e ao risco de cetoacidose diabética. Os sintomas clássicos de diabetes incluem poliúria, polidipsia, polifagia, fadiga e perda de peso, sendo o aumento de peso um sintoma atípico. O tratamento da DM tipo 1 exige reposição de insulina em múltiplas doses, com monitorização glicêmica capilar frequente para otimizar o controle. Na DM tipo 2, a insulina é utilizada quando outras terapias falham em atingir as metas glicêmicas, e seu objetivo principal é o controle da glicemia para prevenir complicações, sendo a cetoacidose uma complicação mais rara neste tipo.
Os sintomas clássicos incluem poliúria (aumento da frequência urinária), polidipsia (sede excessiva), polifagia (fome excessiva), fadiga e perda de peso inexplicada, não aumento de peso.
O principal objetivo da insulina no DM tipo 2 é o controle glicêmico para prevenir complicações crônicas, como retinopatia, nefropatia e doenças cardiovasculares, e não primariamente evitar cetoacidose, que é mais comum no DM tipo 1.
Em pacientes com DM tipo 1 ou tipo 2 em uso de múltiplas doses de insulina, a monitorização da glicemia capilar deve ser realizada várias vezes ao dia (antes das refeições, ao deitar e, se necessário, durante a madrugada) para ajuste adequado das doses.
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