SMS Foz do Iguaçu - Secretaria Municipal de Saúde (PR) — Prova 2024
Sobre os desvios rotacionais, analise as seguintes afirmativas e classifique-as com V. para verdadeira e F para falsa.( ) O paciente anda com os pés virados para dentro ou para fora, com a possibilidade de apresentar deformidade nos quadris, nas pernas ou nos pés.( ) O ângulo de progressão da marcha é formado pelo eixo dos pés, com uma linha reta imaginária traçada ao longo do caminho percorrido pelo paciente durante a marcha.( ) No quadril, deve‑se avaliar o grau de anteversão do colo do fêmur, que é a sua angulação com o plano sagital.( ) O paciente normal pode andar com um ângulo “zero”, ou seja, com os pés voltados diretamente para frente, ou com os pés virados para dentro com um ângulo de progressão da marcha de até 30° negativos.( ) São considerados normais os ângulos de progressão da marcha de até 15° positivos (pés virados para fora). A ordem correta é:
Ângulo de progressão da marcha normal: 0° (pés para frente) a 15° positivos (pés para fora).
A avaliação dos desvios rotacionais na marcha é crucial para identificar a origem da deformidade (quadril, pernas ou pés). O ângulo de progressão da marcha é um indicador chave, e a anteversão do colo do fêmur é um fator importante a ser considerado no quadril.
Os desvios rotacionais da marcha são uma queixa comum na pediatria e ortopedia, exigindo uma avaliação detalhada para determinar a origem da deformidade (quadril, perna ou pé). A compreensão desses desvios é fundamental para o diagnóstico correto e o planejamento terapêutico, que pode variar desde observação até intervenção cirúrgica, dependendo da idade e da gravidade. A avaliação da marcha envolve a observação do ângulo de progressão, que é a angulação do eixo dos pés em relação à linha de progressão. Valores normais geralmente variam de 0° a 15° de extrarrotação. A anteversão do colo do fêmur é um componente crucial na rotação do quadril, e sua alteração pode levar a intrarrotação ou extrarrotação excessiva dos membros inferiores, impactando a funcionalidade e o desenvolvimento. O manejo dos desvios rotacionais depende da idade do paciente, da gravidade da deformidade e da presença de sintomas. Muitos casos em crianças são fisiológicos e se resolvem espontaneamente. No entanto, é importante identificar casos patológicos que necessitem de intervenção, como osteotomias corretivas, para prevenir problemas futuros como dor, artrose ou dificuldades na deambulação.
Os principais desvios rotacionais incluem a marcha com os pés virados para dentro (intrarrotação) ou para fora (extrarrotação), que podem ter origem no quadril, perna ou pé, e devem ser investigados clinicamente.
O ângulo de progressão da marcha é formado pelo eixo dos pés em relação a uma linha reta imaginária traçada na direção do caminho percorrido pelo paciente durante a marcha, sendo medido em graus.
A anteversão do colo do fêmur, que é sua angulação com o plano sagital, é um fator determinante na rotação interna ou externa do quadril e, consequentemente, na postura dos pés durante a marcha, influenciando o ângulo de progressão.
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