Desproporção Céfalo-Pélvica: Sinais e Diagnóstico

SUS-SP - Sistema Único de Saúde de São Paulo — Prova 2016

Enunciado

Paciente de 23 anos, 2G1Pc, 38 3/7 semanas, interna em trabalho de parto avançado, com 7 cm de dilatação, cefálico, bolsa íntegra, alta e móvel. Refere que não conseguiu ter parto normal na outra gestação por “não ter passagem”, seu outro filho nasceu com 2700 g. Foi admitida em pré-parto, onde evoluiu com contrações adequadas, atingindo dilatação total. Como a altura da apresentação permaneceu acima do plano −1 de DeLee durante todo o período. Foi indicado parto cesáreo, nascendo RN feminino, peso 3900 g, APGAR 9/10. Considere as assertivas abaixo sobre esta paciente: I. Acavalgamento ósseo e bossa serosanguínea seriam achados de exame clínico possíveis nessa paciente; II. O Sinal de Bandl-Frommel nunca estaria presente neste caso; III. Ângulo subpúbico < 90º, promontório atingível e espinhas ciáticas proeminentes seriam achados possíveis da pelvimetria desta paciente; IV. O conjugado obstétrico desta paciente deve ser menor que 12 cm e é medido clinicamente na pelvimetria como a distância da subpube ao promontório. Está correto o que se afirma APENAS em:

Alternativas

  1. A) IV.
  2. B) II e IV.
  3. C) I, II e III.
  4. D) I e IV.
  5. E) I e III.

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