Desidratação Neonatal: Diagnóstico e Manejo da Amamentação

FAMERP/HB - Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto - Hospital de Base (SP) — Prova 2019

Enunciado

João nasceu em janeiro de parto cesárea, com 39 semanas de idade gestacional, com peso ao nascimento de 3.400 g e 50 cm. Está com 48 horas de vida, em casa, sob aleitamento materno exclusivo em livre demanda. Há 3 horas vem apresentando choro que não melhora com a oferta do peito e apresentou 3 fraldas com urina amarelada e eliminou mecônio 1 x nas últimas 24 horas. Sua mãe colocou o termômetro axilar, que marcou 38 C, então levou João ao consultório. Ao exame: beg, corado, acianótico ictérico+/4 zona 3, peso atual: 2.910 g. Exames laboratoriais: Na 150 mEq/L; K 5,0 mEq/L; bilirrubina total 8 mg/dl; bilirrubina direta 0,7 mg/dl; Ht 64%; GB 18.300/ mm³ (bastonetes 3%; segmentados 54%; linfócitos 43%). O diagnóstico e a conduta mais apropriada são:

Alternativas

  1. A) Infecção do trato urinário; colher hemograma e urocultura e iniciar antibioticoterapia endovenosa.
  2. B) Icterícia fisiológica; suspender amamentação ao seio por 24 horas e introduzir fórmula.
  3. C) Esferocitose; complementar com formula e solicitar resistência osmótica
  4. D) Hipertermia por desidratação por baixa ingesta; aumentar a oferta hídrica e orientar técnica de amamentação.

Responda esta e mais de 150 mil questões comentadas no MedEvo — a plataforma de residência médica com IA.

Responder questão no MedEvo