SGCH - Santa Genoveva Complexo Hospitalar (MG) — Prova 2021
Quando a monitorização com desfibrilador manual revela ritmo de FV/TVSP, assinale a alternativa correta.
FV/TVSP → Desfibrilação precoce aumenta significativamente o prognóstico de sobrevida.
Em ritmos chocáveis como Fibrilação Ventricular (FV) e Taquicardia Ventricular Sem Pulso (TVSP), a desfibrilação é a intervenção mais crítica e deve ser realizada o mais rápido possível. Cada minuto de atraso na desfibrilação reduz as chances de sobrevida em 7-10%.
A parada cardiorrespiratória (PCR) é uma emergência médica grave com alta mortalidade. A identificação e o tratamento rápidos dos ritmos chocáveis, como a Fibrilação Ventricular (FV) e a Taquicardia Ventricular Sem Pulso (TVSP), são pilares fundamentais do Suporte Avançado de Vida em Cardiologia (ACLS). A FV é o ritmo inicial mais comum em PCRs presenciadas, e a TVSP é uma arritmia potencialmente letal que pode degenerar em FV. A fisiopatologia da FV e TVSP envolve uma atividade elétrica cardíaca caótica e ineficaz, que impede o coração de bombear sangue, levando à ausência de pulso e colapso circulatório. O diagnóstico é feito pela monitorização eletrocardiográfica. A desfibrilação é o único tratamento eficaz para esses ritmos, pois aplica uma corrente elétrica que despolariza simultaneamente uma massa crítica de miocárdio, permitindo que o nó sinusal retome o controle do ritmo cardíaco. A prioridade absoluta no manejo da FV/TVSP é a desfibrilação precoce. Estudos demonstram que a cada minuto de atraso na desfibrilação, a chance de sobrevida do paciente diminui em aproximadamente 7-10%. Portanto, a rapidez na aplicação do choque elétrico é o fator mais determinante para um prognóstico favorável. Além da desfibrilação, as compressões torácicas de alta qualidade e a ventilação são essenciais para manter a perfusão cerebral e miocárdica enquanto o desfibrilador é preparado.
Os ritmos chocáveis na parada cardiorrespiratória são a Fibrilação Ventricular (FV) e a Taquicardia Ventricular Sem Pulso (TVSP). Ambos requerem desfibrilação imediata para reverter o quadro.
A desfibrilação é um choque elétrico não sincronizado aplicado em ritmos caóticos sem pulso (FV/TVSP). A cardioversão é um choque sincronizado com a onda R do ECG, utilizada em taquiarritmias com pulso, mas que causam instabilidade hemodinâmica.
A desfibrilação precoce é vital porque a FV e a TVSP são ritmos que levam rapidamente à morte se não forem interrompidos. Cada minuto de atraso na desfibrilação diminui drasticamente as chances de sucesso e sobrevida do paciente.
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