Desfibrilação vs. Cardioversão: Entenda as Diferenças

Santa Casa de Maceió (AL) — Prova 2017

Enunciado

Idoso, 80 anos, referia intenso mal-estar de início nesta manhã com palpitação, sudorese de dispneia. Foi trazido ao pronto atendimento onde ocorreu diagnóstico eletrocardiográfico de fibrilação atrial aguda. Foi proposto tratamento elétrico com desfibrilação de vez que era emergência, porém logo após o choque inicial o paciente evoluiu em parada cardíaca. Teoricamente, podemos AFIRMAR que:

Alternativas

  1. A) Isso pode ter ocorrido devido ao fato de que, na desfibrilação, a corrente elétrica é aplicada em qualquer momento do ciclo cardíaco.
  2. B) Nessa situação a corrente foi sincronizada com os complexos QRS do eletrocardiograma para que não seja administrada durante o período vulnerável da despolarização ventricular.
  3. C) Cardioversão pode potencialmente desencadear uma fibrilação ventricular caso associada à onda P.
  4. D) Nessa situação a corrente foi sincronizada com os complexos QRS do eletrocardiograma para que não seja administrada durante o período refratário da despolarização ventricular.

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