DPPNI: Diagnóstico, Sinais e Conduta Imediata na Emergência

USP/HCRP - Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto (SP) — Prova 2020

Enunciado

Paciente de 29 anos, secundigesta (parto normal anterior há 3 anos), idade gestacional de 33 semanas, chega ao pronto atendimento da maternidade com história de contrações uterinas há três horas, dilatação cervical de 4 cm e polo cefálico em 1+ De Lee, evoluindo há 10 minutos com dor abdominal importante contínua e com aumento súbito de tônus uterino e alteração de vitalidade fetal durante a avaliação clínica. Ao exame físico: pressão arterial 80 x 50 mmHg, frequência cardíaca 115 bpm, frequência respiratória 24 irpm, Aparelhos respiratório e cardiovascular: dentro dos padrões de normalidade. Exame obstétrico: altura uterina = 35 cm, tônus uterino aumentado, ausculta fetal = 114 bpm com desacelerações até 97 bpm, movimentação fetal ausente. Toque vagina: colo uterino grosso, posterior, consistência firme, pérvio 2 cm, apresentação fetal cefálica. Em associação aos cuidados de estabilização clínica, qual a conduta imediata mais adequada?

Alternativas

  1. A) Parto cesárea.
  2. B) Amniotomia.
  3. C) Ácido tranexâmico.
  4. D) Corticosteroide.

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