Derrame Pleural Parapneumônico: Quando Drenar?

Faculdade São Leopoldo Mandic de Araras — Prova 2023

Enunciado

Paciente masculino, 62 anos, hipertenso, diabético, portador de fibrilação atrial crônica e insuficiência cardíaca, imunossuprimido, internado na enfermaria da clínica médica em tratamento de pneumonia lobar direita com ampicilina, atualmente no 7º dia de internação, apresenta piora clínica, mantém picos febris diários, aumento de leucometria e provas inflamatórias, associado à hipoxemia. Ao exame físico encontra-se taquipneico, febril, com murmúrio abolido em base direita, sem sinais de insuficiência respiratória. Bulhas cardíacas arrítmicas, normocárdico, sem edema de membros inferiores, boa perfusão periférica. Não há sinais clínico-laboratoriais de outras disfunções orgânicas. Mantém-se estável hemodinamicamente. Abaixo estão as radiografias de tórax da admissão (a esquerda) e atual (a direita).Após a interpretação dos exames acima, foi realizado uma toracocentese com os seguintes achados no líquido pleural: Aspecto do líquido: turvo | pH: 7,1 | DHL: 1125 UI/L |Glicose: 10g/dL | Bacterioscopia: Cocos Gram-positivos, aos pares, em cadeias curtas | Cultura: em andamentoA conduta mais adequada no caso acima é:

Alternativas

  1. A) Prescrever furosemida com albumina endovenosa, otimizar vasodilatadores orais e solicitar ecocardiograma.
  2. B) Pericardiocentese de alívio de urgência.
  3. C) Ampliação do espectro antibiótico, exame de imagem completamente para avaliar volume do derrame pleural, drenagem pleural ou videotoracoscopia.
  4. D) Ampliação do espectro antibiótico, exame de imagem completamente para avaliar volume do derrame pleural, toracotomia para esvaziamento pericárdico.

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