Derrame Pleural Complicado: Diagnóstico e Manejo Essencial

UFG/HC - Hospital das Clínicas da UFG - Goiânia (GO) — Prova 2020

Enunciado

Paciente do sexo masculino, de 38 anos, com quadro de tosse há quinze dias, dor em hemitórax direito há dez dias e febre esporádica há sete dias, evoluindo com astenia e inapetência. Realizou raio X de tórax que apresentou opacidade homogênea em terço inferior do hemitórax direito, sugestivo de derrame pleural. Foi realizada uma toracocentese. Os seguintes parâmetros foram encontrados à análise do líquido: ""Líquido pleural de aspecto turvo. PH = 6,8. DHL: 2000 UI/l (líquido). DHL = 420 UI/l (sangue). Proteínas: 4,9 mg/dl (líquido). Proteínas séricas: 3,8 mg/dl (sangue). Glicose: 38 mg/dl (líquido). Leucometria no líquido: 40.000, leucócitos com 87% de neutrófilos."" USG de tórax: derrame pleural em HTD, sem aparente loculação. Nesse caso, o paciente é portador de:

Alternativas

  1. A) derrame pleural parapneumônico não complicado e o tratamento de escolha é antibioticoterapia e toracocentese de alívio.
  2. B) derrame pleural parapneumônico complicado e o tratamento é antibioticoterapia e toracostomia com drenagem pleural fechada.
  3. C) empiema pleural, fase III, e o tratamento de escolha está limitado à drenagem torácica.
  4. D) empiema pleural, fase IIb, e o tratamento de escolha é descorticação pulmonar ampliada e antibioticoterapia endovenosa de amplo espectro.

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