UFU/HC - Hospital de Clínicas de Uberlândia (MG) — Prova 2018
Um homem, 35 anos, foi admitido devido a ferimento por arma de fogo em abdome e submetido à laparotomia exploradora, na qual foi identificada lesão entre corpo e cauda de pâncreas. Realizada drenagem ampla da região e lavagem da cavidade peritoneal. No sétimo dia de pós- operatório, o paciente evoluiu com febre (38,5°C) e dor torácica ventilatório-dependente a esquerda. Ao exame físico: regular estado geral, descorado, acianótico, com murmúrio vesicular diminuído em base pulmonar esquerda, eupneico e estável hemodinamicamente. O abdome estava flácido e discretamente doloroso à palpação profunda, com descompressão brusca do abdome indolor. SatO₂ = 95% com cateter de O₂ a 2L/min. Foi realizado radiografia de tórax, cuja imagem está apresentada a seguir: Foi então indicada a realização de tocacocentese diagnóstica, cuja análise do líquido pleural revelou aspecto: aspecto turvo; pH = 8; densidade = 1015; = desidrogenase lática (LDH) pleural: 1.463mg/dL; adenosina deaminase (ADA) = 6U/L; amilase = 1.821mg/dL; citologia: predominância de células polimorfonucleares; bacteriologia negativa; ausência de fungos e ausência de células malignas. Relações proteína pleural/proteína plasmática = 0,55 e LDH pleural/LDH plasmático = 7,0. Qual seria a melhor conduta?
Responda esta e mais de 150 mil questões comentadas no MedEvo — a plataforma de residência médica com IA.
Responder questão no MedEvo