Derrame Pleural Maligno: Fisiopatologia e Diagnóstico

UNICAMP/HC - Hospital de Clínicas da Unicamp - Campinas (SP) — Prova 2017

Enunciado

Mulher, 55a, é atendida com queixa de dispneia progressiva, atualmente com falta de ar em repouso. Nega febre e expectoração, porém refere tosse seca. Antecedente pessoal: câncer de mama, mastectomia radical à direita há 5 anos, na ocasião fez quimioterapia e radioterapia. Exame físico: FR = 36 irpm; pulmões: expansibilidade pulmonar diminuída à direita, com macicez à percussão dos campos pulmonares médio e inferiores do hemitórax direito, murmúrio vesicular abolido nas respectivas áreas. Radiograma de tórax: opacificação de todo hemitórax direito; toracocentese: aspecto hemorrágico, proteínas = 3,5 g/dl; glicose = 72 mg/dl; leucócitos = 11000 mm³ (linfócitos 88%), citologia oncótica = positiva. O mecanismo fisiopatológico do derrame pleural é:

Alternativas

  1. A) Aumento da pressão hidrostática pulmonar.
  2. B) Decréscimo da drenagem linfática.
  3. C) Decréscimo da pressão intrapleural.
  4. D) Aumento da permeabilidade capilar.

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