Derrame Parapneumônico Complicado: Diagnóstico e Conduta

UNICAMP/HC - Hospital de Clínicas da Unicamp - Campinas (SP) — Prova 2025

Enunciado

Homem, 35a, comparece ao Pronto Atendimento com tosse com expectoração esverdeada e febre de 38ºC há oito dias. Há quatro dias, refere dor em hemitórax direito ao inspirar. Exame físico: regular estado geral, taquipneico, T = 38,7ºC, PA = 102/68 mmHg, FC = 109 bpm. Ausculta pulmonar com murmúrio vesicular abolido em base direita. Tomografia computadorizada de tórax (IMAGEM Q9): Exames laboratoriais: leucócitos = 15.780/mm³ (metamielócitos = 1%, mielócitos = 3%, bastões = 6%); hemoglobina = 10,9 g/dL; plaquetas = 128.000/mm³. Punção de líquido pleural: leucócitos = 9.889/mm³ (neutrófilos = 86%); proteína = 4,9 g/dL (sérica = 6,7 g/dL); LDH = 1.252UI/L (sérico = 214 UI/L); glicose = 22 g/dL (sérica = 88 g/dL). Hemocultura parcial: diplococos grampositivos em cadeia. O diagnóstico e a conduta inicial são:

Alternativas

  1. A) Derrame parapneumônico não complicado; prescrever amoxicilina-clavulanato.
  2. B) Derrame parapneumônico complicado; prescrever ceftriaxone e drenar o derrame.
  3. C) Derrame parapneumônico não complicado; prescrever vancomicina e ceftazidima.
  4. D) Derrame parapneumônico complicado; prescrever cefepime e drenar o derrame.

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