Depressão Pós-Parto: Diagnóstico e Conduta Clínica

INEP Revalida - Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos — Prova 2017

Enunciado

Uma mulher com 23 anos de idade comparece à consulta com seu médico na Unidade Básica de Saúde 5 semanas após o nascimento do primeiro bebê. Tem história prévia de depressão maior grave no final da adolescência, com duração de cerca de um ano e remissão espontânea. Neste momento, relata sentir-se muito culpada, vazia e com baixa autoestima, especialmente por estar com dificuldades em lidar com o bebê. Informa que a gestação não foi planejada e que não tem apoio da família. Ao ser questionada, afirma estar triste quase todo o tempo nas últimas 3 semanas, que não consegue dormir, mesmo quando o bebê descansa, e que sente muita irritabilidade, fadiga e diminuição do apetite. Nesse caso, o diagnóstico e a conduta adequada para a paciente são, respectivamente:

Alternativas

  1. A) Psicose pós-parto; prescrever antipsicóticos.
  2. B) Transtorno afetivo bipolar; indicar psicoterapia e estabilizador do humor.
  3. C) Melancolia pós-parto ou “baby blues”; convocar a família da paciente e dar orientações pertinentes.
  4. D) Depressão pós-parto; indicar psicoterapia e/ou prescrever inibidor seletivo da recaptação de serotonina.

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