Santa Casa de São Carlos (SP) — Prova 2022
Dentre as regiões abaixo, o sítio mais comum de aparecimento do queloide é a região:
Queloides → mais comuns em regiões de maior tensão cutânea: tórax (esterno), ombros, pescoço, lóbulos orelha.
Queloides são lesões fibroproliferativas que se estendem além dos limites da lesão original. Sua predileção por certas áreas do corpo, como a região torácica (especialmente o esterno), ombros e lóbulos das orelhas, está relacionada à maior tensão mecânica da pele nessas regiões, que influencia a resposta cicatricial.
Queloides são lesões cutâneas fibroproliferativas caracterizadas pelo crescimento excessivo de tecido cicatricial que se estende além dos limites da lesão original. São mais comuns em indivíduos com predisposição genética e em certas etnias, sendo um desafio terapêutico devido à alta taxa de recorrência. A compreensão de sua epidemiologia e fatores de risco é crucial para a prevenção e manejo. A fisiopatologia dos queloides envolve uma desregulação na produção e degradação de colágeno, com aumento da síntese de colágeno tipo I e III por fibroblastos. A tensão mecânica da pele é um fator chave, explicando a predileção por regiões como o tórax, ombros e lóbulos das orelhas. O diagnóstico é clínico, baseado na aparência e história da lesão. O tratamento dos queloides é desafiador e pode incluir corticosteroides intralesionais, crioterapia, excisão cirúrgica (frequentemente combinada com outras terapias para reduzir a recorrência), laserterapia e radioterapia. A prevenção em pacientes de risco, evitando traumas cutâneos desnecessários, é fundamental.
Os queloides são mais frequentemente encontrados em áreas de maior tensão cutânea, como a região torácica (especialmente o esterno), ombros, pescoço, lóbulos das orelhas e região deltoide.
Queloides se estendem além das bordas da lesão original e não regridem espontaneamente, enquanto cicatrizes hipertróficas permanecem dentro dos limites da lesão e podem regredir com o tempo.
Fatores genéticos, etnia (maior incidência em indivíduos de pele mais escura), idade (mais comum entre 10 e 30 anos) e localização da lesão são importantes fatores de risco.
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