INTO - Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia Jamil Haddad (RJ) — Prova 2023
Sobre a densitometria óssea, é correto afirmar:
Densitometria óssea → T-score para pós-menopausa/homens >50; Z-score para pré-menopausa/homens <50/crianças.
A densitometria óssea avalia a densidade mineral óssea (DMO) principalmente no quadril e coluna vertebral. O T-score compara a DMO do paciente com a de adultos jovens saudáveis, sendo usado para diagnóstico de osteoporose em pós-menopáusicas e homens >50 anos. O Z-score compara com indivíduos da mesma idade, sexo e etnia, sendo mais apropriado para pré-menopáusicas, homens <50 anos e crianças.
A densitometria óssea, ou DXA (Dual-energy X-ray Absorptiometry), é o método padrão-ouro para medir a densidade mineral óssea (DMO) e diagnosticar osteoporose e osteopenia. É um exame crucial na avaliação do risco de fraturas por fragilidade, especialmente em populações de risco, como mulheres pós-menopáusicas e idosos. A compreensão dos seus resultados é fundamental para o manejo adequado da saúde óssea. Os resultados da densitometria são expressos principalmente por dois escores: o T-score e o Z-score. O T-score compara a DMO do paciente com a DMO média de um adulto jovem saudável (pico de massa óssea) do mesmo sexo e etnia. É utilizado para o diagnóstico de osteoporose em mulheres pós-menopáusicas e homens com 50 anos ou mais. Já o Z-score compara a DMO do paciente com a DMO média de indivíduos da mesma idade, sexo e etnia, sendo mais apropriado para mulheres pré-menopáusicas, homens com menos de 50 anos e crianças, auxiliando na identificação de causas secundárias de baixa massa óssea. Os locais mais frequentemente avaliados pela densitometria óssea são a coluna lombar (L1-L4) e o fêmur proximal (colo do fêmur, fêmur total). Em situações específicas, como obesidade extrema que impede a avaliação do quadril ou coluna, ou em casos de hiperparatireoidismo primário, o antebraço (rádio 1/3 distal) pode ser incluído na avaliação. A interpretação correta desses escores e locais é essencial para um diagnóstico preciso e para guiar as decisões terapêuticas.
O T-score compara a densidade óssea do paciente com a de um adulto jovem saudável do mesmo sexo, enquanto o Z-score compara com indivíduos da mesma idade, sexo e etnia do paciente.
O T-score é utilizado para diagnosticar osteoporose em mulheres pós-menopáusicas e homens com 50 anos ou mais, sendo um valor de -2,5 ou menos indicativo de osteoporose.
Os principais locais são a coluna lombar e o fêmur proximal (quadril), pois são sítios comuns de fraturas osteoporóticas e refletem bem a densidade óssea sistêmica. O rádio é avaliado em casos específicos, como obesidade grave ou hiperparatireoidismo.
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