FJG - Fundação João Goulart / SMS Rio de Janeiro — Prova 2020
Sobre a dengue, são características:
Dengue: período de incubação médio de 5-6 dias (variação 4-10 dias).
O período de incubação da dengue é o tempo entre a picada do mosquito infectado e o início dos sintomas. Conhecer essa janela é crucial para a vigilância epidemiológica e para orientar os pacientes sobre o potencial de desenvolvimento da doença após exposição.
A dengue é uma arbovirose de grande impacto na saúde pública global, especialmente em regiões tropicais e subtropicais como o Brasil. Causada por um flavivírus com quatro sorotipos (DENV-1, DENV-2, DENV-3 e DENV-4), a doença apresenta um espectro clínico que varia de formas assintomáticas a quadros graves com hemorragias e choque. A compreensão de suas características epidemiológicas e fisiopatológicas é vital para o controle e manejo. O período de incubação da dengue, que é o tempo entre a picada do mosquito Aedes aegypti infectado e o início dos sintomas, geralmente varia de 4 a 10 dias, com uma média de 5 a 6 dias. Este conhecimento é fundamental para a vigilância epidemiológica, permitindo identificar o período de maior risco de transmissão e o tempo para o surgimento dos primeiros sinais da doença. A fisiopatogenia da dengue envolve uma complexa interação entre o vírus e a resposta imune do hospedeiro. Infecções secundárias por sorotipos diferentes podem levar a formas mais graves da doença devido ao fenômeno de amplificação dependente de anticorpos (ADE), onde anticorpos preexistentes de uma infecção anterior facilitam a entrada do novo sorotipo em monócitos e macrófagos, aumentando a carga viral e a resposta inflamatória. A imunidade homóloga é permanente, enquanto a heteróloga é temporária.
O período de incubação da dengue varia de 4 a 10 dias, com uma média de 5 a 6 dias. É o tempo entre a picada do mosquito infectado e o início dos sintomas.
A imunidade é permanente para o sorotipo que causou a infecção (imunidade homóloga). No entanto, a imunidade para outros sorotipos (heteróloga) é temporária e parcial, o que permite reinfecções por diferentes sorotipos.
O principal vetor da dengue no Brasil é o mosquito Aedes aegypti. Embora o Aedes albopictus também possa transmitir o vírus, ele não é o vetor de manutenção da doença no país.
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