Dengue Grave em Crianças: Sinais de Alarme e Manejo

SMS João Pessoa - Secretaria Municipal de Saúde de João Pessoa (PB) — Prova 2019

Enunciado

Um pré-escolar com 6 anos de idade foi levado para a Unidade de Pronto atendimento com história de febre, cefaleia, mialgia há 6 dias. Nega vômitos e hoje surgiram manchas vermelhas e roxas na pele. Ao exame físico, estado geral comprometido, presença de petéquias e equimoses em membros, tronco e abdome. Pressão arterial e frequência cardíaca normais. Prova do laço com 31 plaquetas na área estabelecida. O hemograma do dia apresenta hematócrito = 46%, Leucócitos totais: 1.800 /mm³, plaquetas 21.000/mm³. No segundo dia de febre, a mãe havia levado seu filho e foi feito o hemograma com hematócrito de 38% e plaquetas 131.000/mm³ e o teste rápido para dengue, que foi negativo. Considerando a situação clínica apresentada, a conduta adequada é:

Alternativas

  1. A) Tratamento ambulatorial com hidratação oral vigorosa: 50ml/Kg em 4 a 6 horas de soro oral, sob supervisão da equipe de saúde, seguida de reavaliação clínica.
  2. B) Tratamento em leito de observação com hidratação oral supervisionada: 50ml/Kg em 4 a 6 horas de soro oral, sob supervisão da equipe de saúde, seguida de reavaliação clínica. 
  3. C) Tratamento em leito de observação ou hospitalar com hidratação IV imediata: 10 mL/Kg de soro fisiológico na primeira hora e reavaliação clínica e hematócrito após 4 horas e de plaquetas após 12 horas.
  4. D) Tratamento em leito de UTI com hidratação IV imediata: 20mL/Kg de soro fisiológico em 20 minutos e monitoramento com hematócrito após 1 hora e de plaquetas após 12 horas.

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