INGOH - Instituto Goiano de Oncologia e Hematologia (GO) — Prova 2015
Para o diagnóstico laboratorial da Febre da Dengue Hemorrágica (DHF), os principais exames são:
Dengue Grave: ↑ Hematócrito + ↓ Plaquetas (<100.000/mm³) = Sinais de alerta.
Para o diagnóstico e monitoramento da Dengue Grave (anteriormente Febre da Dengue Hemorrágica), os exames laboratoriais mais importantes são o hematócrito, que indica extravasamento plasmático, e a contagem de plaquetas, que revela trombocitopenia.
A dengue é uma doença viral transmitida por mosquitos, com um espectro clínico que varia de formas assintomáticas a quadros graves e potencialmente fatais. A Febre da Dengue Hemorrágica (FDH), agora classificada como Dengue Grave pela OMS, representa a forma mais severa da doença, caracterizada principalmente por extravasamento plasmático, sangramentos e disfunção orgânica. É imperativo que residentes saibam identificar e monitorar esses casos. O diagnóstico laboratorial da Dengue Grave é fundamental para o manejo adequado. Os exames mais importantes são o hematócrito e a contagem de plaquetas. O aumento progressivo do hematócrito, em comparação com o valor basal do paciente, é um indicador direto de extravasamento plasmático e um sinal de alerta para a iminência de choque. A trombocitopenia, definida por uma contagem de plaquetas abaixo de 100.000/mm³, é outro marcador chave. O monitoramento diário desses parâmetros, juntamente com a avaliação clínica, permite a identificação precoce da progressão para a forma grave e a instituição de medidas de suporte, como a reposição volêmica. A compreensão da fisiopatologia e dos marcadores laboratoriais é essencial para a tomada de decisões clínicas e para a redução da mortalidade associada à Dengue Grave.
Sinais de alerta incluem dor abdominal intensa e contínua, vômitos persistentes, sangramento de mucosas, letargia/irritabilidade, hepatomegalia e, laboratorialmente, aumento do hematócrito e queda das plaquetas.
O hematócrito é crucial porque seu aumento progressivo indica extravasamento plasmático, um dos principais mecanismos fisiopatológicos da dengue grave e um preditor de choque.
A trombocitopenia é definida por uma contagem de plaquetas < 100.000/mm³, sendo um marcador importante para o diagnóstico e monitoramento da dengue grave.
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