Dengue com Sinais de Alarme: Manejo e Critérios de Internação

IDPC/Dante Pazzanese - Instituto de Cardiologia (SP) — Prova 2025

Enunciado

Homem, de 43 anos de idade, comparece à unidade de emergência com queixa de febre, cefaleia, dor retro-orbitária e mialgia há 3 dias. Nega sintomas gripais, vômitos, dor abdominal, sangramentos ou síncope. Tem história prévia de hipertensão arterial, estando em uso de hidroclorotiazida 25mg/dia. Ao exame físico, está em regular estado geral, vigil, alerta e bem orientado. Tem pressão arterial de 110x72mmHg; frequência cardíaca de 98bpm; frequência respiratória de 20ipm e saturação de oxigênio de 98% em ar ambiente. Apresenta petéquias na pele. O murmúrio vesicular está abolido na base do hemitórax esquerdo, com percussão submaciça, sem ruídos adventícios. O abdome está flácido, levemente doloroso à palpação, sem visceromegalias ou sinais de irritação peritoneal. Os exames laboratoriais evidenciaram: Hb 14,5g/dL; Ht 55%; Leucócitos 3.000/mm³; Plaquetas 98.000/mm³; Ur 44mg/dL; Cr 1,2mg/dL; Na 145mEq/L; K 4,0mEq/L; TGO 20U/L e TGP 23U/L. Considerando a principal hipótese diagnóstica, qual é a conduta inicial que deve ser adotada neste momento?

Alternativas

  1. A) Iniciar hidratação endovenosa, prescrever Ceftriaxona e internação em unidade de terapia intensiva.
  2. B) Orientar hidratação oral, fazer prescrição de sintomáticos, orientar sinais de alarme e dar alta com seguimento ambulatorial breve.
  3. C) Iniciar hidratação endovenosa, indicar transfusão de plaquetas e internação em unidade de terapia intensiva.
  4. D) Iniciar hidratação endovenosa, prescrever sintomáticos e indicar internação hospitalar em unidade de enfermaria.

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