SUS-SP - Sistema Único de Saúde de São Paulo — Prova 2017
Segundo o documento “Demografia Médica no Brasil 2015”, do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo, é INCORRETO:
Demografia Médica 2015: Razão médico/hab. varia muito regionalmente; Norte, Nordeste e Centro-Oeste < média nacional.
O relatório Demografia Médica no Brasil 2015 apontou que a razão de médicos por mil habitantes era de 2,11. A distribuição era desigual, com as regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste apresentando índices abaixo da média nacional, e não apenas Norte e Nordeste, como sugerido na alternativa incorreta.
A Demografia Médica no Brasil é um tema crucial para a compreensão da força de trabalho em saúde e para o planejamento de políticas públicas. O relatório de 2015, do Conselho Federal de Medicina (CFM) e Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (CREMESP), trouxe dados importantes sobre o perfil dos médicos no país. Naquele ano, a razão de médicos por mil habitantes era de 2,11, um número que, embora crescente, ainda revelava profundas desigualdades regionais. A concentração de profissionais nas grandes capitais e regiões mais desenvolvidas contrastava com a escassez em áreas rurais e periféricas, impactando diretamente o acesso à saúde da população. Outro ponto relevante destacado pelo estudo é a tendência de feminização da medicina. Embora em 2014 os homens ainda fossem a maioria dos médicos em atividade, a proporção de mulheres na profissão vinha crescendo consistentemente, indicando uma mudança no perfil demográfico da categoria. A maioria dos médicos em atividade possuía título de especialista, o que aponta para a qualificação da força de trabalho, mas também levanta questões sobre a distribuição dessas especialidades e a cobertura das necessidades básicas de saúde. Para residentes, o conhecimento desses dados é fundamental para entender o contexto em que atuarão, as necessidades do sistema de saúde e os desafios relacionados à distribuição e formação de recursos humanos. A compreensão das disparidades regionais e da dinâmica da força de trabalho médica auxilia na reflexão sobre a carreira e o papel do médico na sociedade brasileira.
Segundo o documento 'Demografia Médica no Brasil 2015', a razão de médicos por mil habitantes no Brasil era de 2,11.
A distribuição era bastante desigual. As regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste apresentavam razões de médicos por mil habitantes abaixo da média nacional, enquanto Sudeste e Sul tinham as maiores concentrações.
A feminização da medicina refere-se à tendência crescente de mulheres ingressando e se formando em cursos de medicina, resultando em uma proporção cada vez maior de médicas na força de trabalho, embora em 2014 os homens ainda fossem maioria.
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