Em 2011 foi publicado o estudo Demografia Médica no Brasil, uma iniciativa do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) em parceria com o Conselho Federal de Medicina (CFM). Este estudo, dentre outras coisas, contribui para traçar o perfil demográfico dos médicos no país, sua distribuição geográfica e sua presença nos setores público e privado da saúde. Com base nos achados mais importantes desse estudo, amplamente discutidos na mídia e em fóruns específicos, e tendo em vista a importância das discussões relacionadas ao mercado de trabalho médico no país, marque a alternativa correta.
Alternativas
A) Não é possível, hoje, dar uma resposta precisa saber a quantidade de médicos que o Brasil precisa, sendo que não é correto afirmar que há falta generalizada de médicos no Brasil.
B) A população coberta por planos e seguros de saúde privados têm à sua disposição o mesmo número e proporção de médicos que os cidadãos que dependem exclusivamente do Sistema Único de Saúde (SUS).
C) No Brasil, a proporção de médicos generalistas (sem título de especialista) é significativamente maior que a de médicos especialistas (60% vs. 40%, respectivamente).
D) As diferenças na concentração de médicos entre o interior dos estados e as capitais, bem como entre as regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste em comparação com as regiões Sul e Sudeste, não são significativas.
E) O aumento significativo do número de médicos se dá num cenário onde atualmente entram no mercado mais médicos do que médicas e os profissionais com mais de 40 anos de idade tendem a ser maioria.
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