SMS Curitiba - Secretaria Municipal de Saúde de Curitiba (PR) — Prova 2017
Paciente masculino, 78 anos, comparece ao consultório do geriatra acompanhado pela filha. Tem diagnósticos prévios de hipertensão arterial sistêmica, diabetes mellitus tipo II não insulino-dependente e histórico de tabagismo, tendo cessado há cerca de 10 anos com carga tabágica total de 55 maços/ano. Está em uso de losartana 50 mg a cada 12 horas, hidroclorotiazida 25 mg ao dia, AAS 100 mg ao dia, metformina 500 mg pós- almoço e jantar e gliclazida 30 mg em jejum. Filha relata que o paciente vem apresentando esquecimentos, mas não sabe precisar início da queixa. Há alguns meses tem apresentado maior irritabilidade, fica desorientado em locais desconhecidos e perambula pela casa no período noturno. Familiares observam que está mais lento para a realização de tarefas como vestuário e alimentação, necessitando de supervisão e por vezes assistência. Há 2 meses apresentou queda de mesmo nível em domicílio, sem traumatismos associados. O paciente traz como queixa principal para a consulta o uso de muitos comprimidos ao dia. Avaliação clínica e laboratorial inicial mostrou: pontuação no mini exame do estado mental = 21 (ensino fundamental completo); hemoglobina = 13,2 g/dl; creatinina = 1,23 mg/dl; TSH = 4,75 mU/L; vitamina B12 = 486 pg/ml; TGO = 35 U/L; TGP = 27 U/L; VDRL não reagente, sorologia para HIV não reagente, tomografia computadorizada de crânio com presença de alteração de substância branca sugestiva de microangiopatia e redução volumétrica encefálica compatível com idade. Quanto ao tratamento inicial, está CORRETO:
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