Eventração Contida: Diagnóstico e Manejo Pós-Cirúrgico

INTO - Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia Jamil Haddad (RJ) — Prova 2024

Enunciado

Um homem de 57 anos, obeso grau III, encontra-se no segundo dia de pós-operatório por diverticulite (Hinchey III). Devido a complicações na cirurgia, optou-se por ressecção do sigmoide com colostomia terminal. Você é chamado para avaliar o paciente e nota que a ferida operatória está com pontos íntegros, mas com grande exsudação de líquido com aspecto de “água de carne”. O paciente apresenta dor a palpação abdominal, mas não há descompressão dolorosa. Sinais vitais: PA: 110x80mmHg, FC = 105bpm, afebril. O diagnóstico mais provável e conduta são:

Alternativas

  1. A) Seroma de ferida operatória – Abrir pontos para orientar a drenagem.
  2. B) Seroma de ferida operatória – Instalar curativo a vácuo (VAC).
  3. C) Eventração contida – Colocar cinta abdominal e observar.
  4. D) Evisceração contida – Investigar deiscência colorretal com tomografia.
  5. E) Eventração – Nova abordagem cirúrgica para fechamento de parede com tela.

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