Deiscência Anastomótica Esofágica: Sinais e Manejo

UERJ/HUPE - Hospital Universitário Pedro Ernesto (RJ) — Prova 2017

Enunciado

No segundo dia de pós-operatório, um paciente foi submetido à reabordagem cirúrgica por deiscência de anastomose intratorácica após ressecção de tumor de junção esofagogástrica. Por isso, foram realizadas esofagostomia cervical e resseção de segmento anastomosado do tubo alimentar gástrico, o qual estava isquêmico, com confecção de jejunostomia alimentar e drenagem do tórax bilateralmente. Os sintomas mais prováveis apresentados por esse paciente e que justificaram a reabordagem descrita foram:

Alternativas

  1. A) Saída de 400 ml de secreção tipo leite gorduroso pelo dreno de Blake intra-abdominal em 24h, murmúrio vesicular com estertores crepilantes e macicez à percussão torácica no 1/3 superior bilateralmente.
  2. B) Dispneia, murmúrio vesicular inaudível e hipertimpanismo à percussão torácica no 1/3 inferior bilateralmente.
  3. C) Saída de 400 ml de secreção sanguinolenta pelo dreno de Blake intra-abdominal em 24h, dor torácica e taquicardia.
  4. D) Febre, instabilidade hemodinâmica e enfisema subcutâneo cervical/tórax superior. 

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