HMMG - Hospital e Maternidade Municipal de Guarulhos (SP) — Prova 2025
Em relação à violência familiar contra crianças e adolescentes, assinale a alternativa correta:
Definição OMS de violência: uso intencional da força/poder com potencial de dano físico, psicológico, morte ou privação.
A definição de violência da OMS é abrangente, incluindo não apenas o uso da força física, mas também o poder, a ameaça e as consequências em diversas esferas (física, psicológica, desenvolvimento). É fundamental para a compreensão e abordagem do problema da violência familiar contra crianças e adolescentes, que muitas vezes envolve múltiplos tipos de abuso e negligência.
A violência familiar contra crianças e adolescentes é um grave problema de saúde pública e social, com impactos profundos e duradouros no desenvolvimento físico, psicológico e social das vítimas. A compreensão da definição de violência, conforme estabelecido pela Organização Mundial da Saúde (OMS), é crucial para a identificação e intervenção adequadas. Esta definição abrange uma gama de atos que vão além da agressão física, incluindo o uso de poder, ameaças e as consequências psicológicas e de desenvolvimento. É fundamental que profissionais de saúde estejam aptos a reconhecer os sinais e sintomas de todos os tipos de violência, incluindo negligência, abuso físico, psicológico e sexual, e a agir conforme os protocolos de proteção à criança e ao adolescente.
Segundo a OMS, violência é o uso intencional da força ou poder, real ou em ameaça, contra si próprio, contra outra pessoa, ou contra um grupo ou uma comunidade, que resulte ou tenha a possibilidade de resultar em lesão, morte, dano psicológico, deficiência de desenvolvimento ou privação.
Os principais tipos incluem violência física (agressões, castigos corporais), violência psicológica (ameaças, humilhações, rejeição), negligência (omissão de cuidados básicos), e violência sexual (abuso, exploração). Frequentemente, esses tipos ocorrem de forma combinada.
Os principais perpetradores são, na maioria das vezes, os próprios pais ou cuidadores (padrastos, avós, tios), ou seja, indivíduos que possuem um vínculo de confiança e poder sobre a criança. Raramente são familiares mais distantes ou indivíduos sem vínculo, embora estes também possam cometer atos de violência.
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