Estado de Mal Epiléptico: Definição e Manejo Urgente
SEMUSA (SMS) Macaé — Prova 2023
Enunciado
Paciente com 6 anos de idade com diagnóstico de esclerose tuberosa é admitido em serviço de emergência com quadro de crise convulsiva. Realizada estabilização inicial, controle da via aérea e obtenção de acesso venoso. Descartada a possibilidade de hipoglicemia e distúrbios eletrolíticos, e administrado diazepam venoso, sem sucesso. Paciente persiste com crise convulsiva após 35 minutos da admissão, tendo recebido 3 doses de diazepam e dose ataque com fenitoína. Sobre o quadro apresentado, podemos AFIRMAR que:
Alternativas
A) Trata-se de Estado de mal epiléptico, definido como atividade epiléptica contínua ou atividade epiléptica recorrente sem recobrar a consciência com duração > 30 minutos.
B) Trata-se de Estado de mal epiléptico, definido como atividade epiléptica contínua ou atividade epiléptica recorrente sem recobrar a consciência com duração > 10 minutos.
C) Na faixa etária pediátrica a droga de escolha inicial no manejo do estado epilético é o fenobarbital.
D) Como não houve resposta às terapia iniciais, deve-se considerar como estado de mal epiléptico refratário, estando indicado infusão contínua de bloqueador neuromuscular para evitar rabdomiólise.
E) Caso não seja possível a obtenção de acesso venoso, deve ser realizada administração do Diazepam na forma intra-muscular, sem atrasar o tratamento, até que se obtenha um acesso seguro.
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