Diagnóstico e Conduta no Choque Séptico: Diretrizes Atuais

IFF/Fiocruz - Instituto Fernandes Figueira (RJ) — Prova 2020

Enunciado

Um senhor de 58 anos procura o setor de emergência com quadro de tosse produtiva, febre e dispneia com início há 7 dias e com piora há 24 horas. Ao exame apresenta-se confuso, hipocorado (2+/4+), desidratado (2+/4+), frequência cardíaca de 116 batimentos por minuto, frequência respiratória de 30 impulsos por minuto e pressão arterial de 88 x 40 mmHg. Os exames complementares realizados mostram raio x de tórax com infiltrado alveolar em lobo superior do pulmão direito, contagem de leucócitos de 25.000 c/ 20% de bastões, gasometria arterial com pH: 7,37, PaO2: 50, PaCO2: 27, HCO3: 16, SaO2: 88%, dosagem sérica de ureia de 80 mg/dl, creatinina de 2,0 mg/dl e lactato sérico de 4 mmol/l. Foram colhidas 2 amostras de sangue para culturas, seguido da administração IV de 1g de ceftriaxona, 500mg de Claritromicina e cerca de 30ml/kg de ringer-lactato. Sua pressão arterial manteve-se a mesma, assim como os níveis de lactato. Assinale a alternativa que contém o diagnóstico e a conduta subsequente recomendada, segundo as diretrizes mais recentes:

Alternativas

  1. A) Sepse grave/outra administração de 30ml/kg de cristaloides, guiada pela SVO2.
  2. B) Choque séptico/outra administração de 30ml/kg de cristaloides, guiada pela SVO2.
  3. C) Choque séptico/ administração de norepinefrina.
  4. D) Choque séptico/ administração de vasopressina.

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