HASP - Hospital Adventista de São Paulo — Prova 2023
A deficiência de vitamina D é um dos distúrbios nutricionais mais frequentes em todo o mundo, estimando-se que 1 bilhão de pessoas sofram de insuficiência ou deficiência dessa vitamina. Em casos de crianças com hipovitaminose D no estágio 3, podemos afirmar que:
Hipovitaminose D grave (estágio 3) → ↓ Ca, ↓ P, ↓ 25(OH)D; ↑ PTH, ↑ Fosfatase Alcalina.
Na deficiência grave de vitamina D (estágio 3), a baixa disponibilidade de 25-hidroxi-vitamina D leva à diminuição da absorção intestinal de cálcio e fósforo. Isso estimula o paratormônio (PTH), que tenta manter o cálcio sérico à custa da reabsorção óssea e excreção de fósforo, e eleva a fosfatase alcalina como marcador de turnover ósseo.
A deficiência de vitamina D é um problema de saúde pública global, com alta prevalência em diversas populações. A vitamina D é essencial para a homeostase do cálcio e fósforo, desempenhando um papel crucial na saúde óssea e em outras funções fisiológicas. A hipovitaminose D pode ser classificada em estágios, com o estágio 3 representando uma deficiência grave. Nesse estágio, a baixa concentração de 25-hidroxi-vitamina D leva a uma absorção intestinal insuficiente de cálcio e fósforo. Isso resulta em hipocalcemia e hipofosfatemia, que por sua vez estimulam a secreção de paratormônio (PTH). O PTH elevado (hiperparatireoidismo secundário) tenta normalizar o cálcio sérico mobilizando-o do osso e aumentando sua reabsorção renal, mas também promove a excreção renal de fósforo, exacerbando a hipofosfatemia. A fosfatase alcalina, um marcador de turnover ósseo, geralmente se eleva devido à atividade osteoblástica aumentada na tentativa de compensar a desmineralização. O tratamento envolve a suplementação de vitamina D e, se necessário, cálcio.
A vitamina D é crucial para a absorção intestinal de cálcio e fósforo, essenciais para a mineralização óssea. Também atua na regulação do PTH e na remodelação óssea, garantindo a integridade do esqueleto.
A 25-hidroxi-vitamina D [25(OH)D] é a principal forma circulante e o melhor indicador do status de vitamina D no organismo, refletindo tanto a produção cutânea quanto a ingestão dietética. Seus níveis são usados para diagnosticar deficiência ou suficiência.
Na deficiência de vitamina D, a queda do cálcio sérico estimula a secreção de PTH. O PTH elevado (hiperparatireoidismo secundário) tenta elevar o cálcio através da reabsorção óssea e renal, mas também promove a excreção renal de fósforo, agravando a hipofosfatemia.
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