INTO - Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia Jamil Haddad (RJ) — Prova 2024
Sobre a deficiência de 25-hidroxivitamina (OH) D em mulheres na pós-menopausa, a Sociedade Brasileira de Reumatologia afirma:
Níveis de 25-OH D entre 20-29ng/mL são insuficientes para pacientes com risco de osteoporose pós-menopausa.
Para mulheres na pós-menopausa com risco de osteoporose, os níveis séricos de 25-hidroxivitamina D devem ser otimizados. Concentrações entre 20-29 ng/mL, embora não sejam consideradas deficiência grave, são insuficientes para garantir a saúde óssea e prevenir fraturas nesse grupo de alto risco, conforme as diretrizes da SBR.
A deficiência de 25-hidroxivitamina D (25-OH D) é uma condição prevalente globalmente, com implicações significativas para a saúde óssea, especialmente em mulheres na pós-menopausa, um grupo de alto risco para osteoporose e fraturas. A Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR) e outras entidades médicas fornecem diretrizes claras sobre os níveis ideais e o manejo. A vitamina D é fundamental para a homeostase do cálcio e do fósforo, influenciando diretamente a mineralização óssea. Na pós-menopausa, a queda dos níveis de estrogênio acelera a perda óssea, tornando a manutenção de níveis adequados de vitamina D ainda mais crítica. A insuficiência (20-29 ng/mL) e a deficiência (<20 ng/mL) de vitamina D podem comprometer a absorção de cálcio, levando a um balanço negativo e maior risco de osteoporose. O diagnóstico da deficiência é feito pela dosagem sérica de 25-OH D. Para pacientes com risco de osteoporose, a SBR preconiza que níveis entre 20-29 ng/mL são insuficientes, e o objetivo terapêutico deve ser atingir concentrações acima de 30 ng/mL. A suplementação de vitamina D, juntamente com a ingestão adequada de cálcio e exercícios físicos, é uma estratégia essencial na prevenção e tratamento da osteoporose, sendo um conhecimento indispensável para residentes em reumatologia, geriatria e ginecologia.
A deficiência de vitamina D é geralmente definida por níveis séricos de 25-OH D abaixo de 20 ng/mL, enquanto a insuficiência se refere a níveis entre 20 e 29 ng/mL. Níveis acima de 30 ng/mL são considerados suficientes para a maioria da população, mas podem variar para grupos de risco.
A vitamina D é crucial para a absorção intestinal de cálcio e fósforo, minerais essenciais para a formação e manutenção da massa óssea. Na pós-menopausa, a deficiência estrogênica aumenta o risco de osteoporose, e a vitamina D adequada é fundamental para otimizar a densidade mineral óssea e reduzir o risco de fraturas.
Os fatores de risco incluem idade avançada, sexo feminino, história familiar de osteoporose, baixo peso corporal, tabagismo, consumo excessivo de álcool, uso prolongado de glicocorticoides, doenças crônicas (como artrite reumatoide) e baixa ingestão de cálcio e vitamina D.
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