Santa Casa de Araçatuba (SP) — Prova 2019
Homem, 50 anos, hipertenso, comparece à PS com quadro de dor precordial em peso, há duas horas, irradiada para o membro superior esquerdo, de forte intensidade, com sudorese profusa e sensação de morte iminente submetido a exame eletrocardiográfico que resultou compatível com isquemia miocárdica aguda ântero- septal. Foram colhidas amostras de sangue para dosagem das enzimas CK-MB, Troponina T e Troponina I, bem como foi realizada a internação do paciente, instituída a terapêutica competente e solicitada avaliação urgente do cardiologista quando ao assumir o caso, o paciente apresentou quadro de taquicardia ventricular, fibrilação ventricular e parada cárdio-respiratória, sendo que as manobras de ressuscitação cárdio-pulmonar não lograram efeito. Constatou-se, portanto, óbito, depois de cerca de trinta minutos do paciente ter dado entrada no hospital. Em face da Resolução CFM 1779/05 e da legislação vigente, qual a atitude correta do cardiologista?
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