CESUPA - Centro Universitário do Estado do Pará — Prova 2019
Após 40 anos da Declaração de Alma Atá (1978), foi realizada a Conferência Global sobre Atenção Primária a Saúde no Cazaquistão que culminou com a publicação da Declaração de Astana pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Este documento enfatiza:
Declaração de Astana (2018) = Cobertura Universal de Saúde via APS sustentável e resiliente.
A Declaração de Astana (2018) reafirma os princípios de Alma Atá, mas com foco na cobertura universal de saúde e na necessidade de sistemas de saúde mais resilientes e sustentáveis, adaptados aos desafios do século XXI.
A Declaração de Alma Atá, em 1978, marcou um divisor de águas na saúde global ao proclamar a Atenção Primária à Saúde (APS) como a estratégia fundamental para alcançar "Saúde para Todos". Quarenta anos depois, a Conferência Global sobre Atenção Primária à Saúde em Astana, Cazaquistão, culminou na Declaração de Astana (2018), que buscou reafirmar e revitalizar os compromissos de Alma Atá diante dos novos desafios do século XXI. A Declaração de Astana enfatiza a necessidade de fortalecer a APS como a base para a cobertura universal de saúde. Ela reconhece que, para alcançar a saúde para todos, é preciso ir além da simples provisão de serviços, focando em cuidados primários sustentáveis e no desenvolvimento de sistemas de saúde resilientes, capazes de se adaptar a crises e às mudanças demográficas e epidemiológicas. Para residentes, compreender a evolução desses marcos é essencial para a prática em saúde coletiva e medicina da família. Astana destaca a importância de uma abordagem abrangente, equitativa e centrada na pessoa, com forte engajamento comunitário e intersetorial, para construir sistemas de saúde que realmente respondam às necessidades da população e garantam o acesso universal a cuidados de qualidade.
A Declaração de Astana (2018) é uma reafirmação e atualização dos princípios da Declaração de Alma Atá (1978), que estabeleceu a Atenção Primária à Saúde como chave para a saúde para todos. Astana reforça a APS no contexto dos desafios atuais.
Astana enfatiza a cobertura universal de saúde, a importância dos cuidados primários sustentáveis, a necessidade de sistemas de saúde resilientes e o engajamento de múltiplos setores e da comunidade.
A resiliência é crucial para que os sistemas de saúde possam se adaptar e responder eficazmente a crises (pandemias, desastres naturais) e às crescentes demandas de saúde, garantindo a continuidade dos cuidados primários.
Responda esta e mais de 150 mil questões comentadas no MedEvo — a plataforma de residência médica com IA.
Responder questão no MedEvo