IOVALE - Instituto de Olhos do Vale (SP) — Prova 2022
O efeito termogênico do corpo lúteo pode ser usado clinicamente na avaliação da ovulação através da curva de temperatura basal, por apresentar:
Progesterona do corpo lúteo → ↑ temperatura basal por ação hipotalâmica = indica ovulação.
Após a ovulação, o corpo lúteo produz progesterona, que age no centro termorregulador do hipotálamo, elevando a temperatura corporal basal em cerca de 0,2 a 0,5°C. Essa elevação é o princípio da curva de temperatura basal para identificar a ovulação.
A curva de temperatura basal (CTB) é um método simples e acessível para monitorar o ciclo menstrual e identificar a ocorrência da ovulação. Baseia-se no efeito termogênico da progesterona, um hormônio produzido pelo corpo lúteo após a liberação do óvulo. A compreensão desse mecanismo é fundamental para estudantes e profissionais de ginecologia e reprodução. Após a ovulação, o folículo rompido se transforma em corpo lúteo, que passa a secretar grandes quantidades de progesterona. Este hormônio age diretamente no centro termorregulador localizado no hipotálamo, elevando o ponto de ajuste da temperatura corporal. Consequentemente, a temperatura basal da mulher aumenta em cerca de 0,2 a 0,5°C e permanece elevada durante toda a fase lútea, indicando que a ovulação já ocorreu. Embora a CTB não preveja a ovulação com antecedência, ela confirma sua ocorrência e o início da fase lútea. É uma ferramenta útil no diagnóstico de anovulação e no acompanhamento de ciclos em pacientes com dificuldades para engravidar, complementando outras abordagens como a dosagem hormonal e a ultrassonografia seriada.
A progesterona atua diretamente no centro termorregulador do hipotálamo, elevando o ponto de ajuste da temperatura corporal e resultando em um aumento de aproximadamente 0,2 a 0,5°C na temperatura basal após a ovulação.
A curva de temperatura basal é um método simples e não invasivo para identificar a ocorrência da ovulação, auxiliando casais na concepção ou no planejamento familiar natural, embora não preveja a ovulação com antecedência.
A elevação da temperatura basal ocorre geralmente 24 a 48 horas após a ovulação e permanece elevada durante toda a fase lútea, caindo pouco antes da menstruação, caso não haja gravidez.
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