Dispneia em Fim de Vida: Manejo Paliativo com Morfina

SURCE - Sistema Único de Residência do Ceará — Prova 2019

Enunciado

Idosa de 88 anos, portadora de fibrose pulmonar idiopática há 3 anos, em uso de oxigênio domiciliar e parcialmente dependente para atividades de vida diária. Em uso de morfina 30 mg/d via oral e clonazepam 2 mg/d. Internada por quadro de piora da dispneia, mesmo após 7 dias de tratamento ambulatorial com moxifloxacino oral, sendo iniciado piperacilina + tazobactan na admissão. Evolui no 3º dia de internação sonolenta, taquidispneica, em uso de musculatura acessória, saturação de oxigênio 82% com máscara de venturi a 50%, PA: 100 x 60 mmHg, Frequência cardíaca: 100 bpm. Palliative Performance Scale (PPS) de 30%. Paciente já havia manifestado desejo de não ser intubada nem internada em unidade de terapia intensiva. Qual a conduta mais adequada nesse momento?

Alternativas

  1. A) Iniciar ventilação não invasiva.
  2. B) Realizar intubação orotraqueal.
  3. C) Iniciar sedação paliativa com midazolam.
  4. D) Iniciar morfina em bomba de infusão contínua.

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