Controle de Dor e Dispneia em Cuidados Paliativos Oncológicos

HVC-SP - Hospital Vera Cruz (SP) [INATIVO] — Prova 2023

Enunciado

Mulher de 43 anos de idade, portadora de carcinoma ductal invasivo de mama refratário a quimioterapia, comparece ao ambulatório se queixando de dispneia aos pequenos esforços e dor em hemitórax direito de moderada intensidade. Atualmente está utilizando apenas dipirona como analgésico. Tomografia computadorizada de tórax mais recente evidenciou diversos nódulos pulmonares e implante ósseo em arco costal direito (na topografia de seu sintoma). Ao exame físico, apresenta frequência respiratória de 30irpm, peso de 40kg e saturação de oxigênio 92% em ar ambiente, sem outras alterações. Função renal e hepática sem alterações em exames laboratoriais. A paciente entende sobre seu diagnóstico e prognóstico e tem o desejo de falecer em casa. Frente à decisão da paciente, qual é a conduta que deve ser adotada para o controle de seus sintomas neste momento?

Alternativas

  1. A) Ibuprofeno 600 miligramas a cada 6 horas, morfina 10 miligramas a cada 4 horas, se necessário, e instalação de oxigenoterapia domiciliar.
  2. B) Dipirona 2 gramas a cada 6 horas, tramadol 100 miligramas a cada 8 horas e instalação de oxigenoterapia domiciliar.
  3. C) Dipirona 2 gramas a cada 6 horas, morfina 5 miligramas a cada 4 horas e dose extra de morfina 5 miligramas a cada 4 horas, se necessário.
  4. D) Paracetamol 500 miligramas com codeína 30 miligramas a cada 8 horas e morfina 5 miligramas a cada 4 horas se necessário.

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