FAA/UNIFAA - Hospital Escola Luiz Gioseffi Jannuzzi (RJ) — Prova 2015
O cuidado domiciliar é uma das ferramentas do médico de família e comunidade no sentido do cuidado das pessoas ao longo do tempo. As razões para se acompanhar pessoas em casa são? I. exacerbação de Doença de Alzheimer. II. supervisão pós-infarto, após alta hospitalar. III. reabilitação de Acidente Vascular Cerebral com aparelhos próprios de fisioterapia. IV. pessoa com câncer em estágio terminal. V. avaliação de pessoa para decidir internação hospitalar. É correto o que está contido em:
Visita domiciliar do MF&C: essencial para exacerbação de crônicos (Alzheimer), pós-alta (infarto) e avaliação de internação.
O cuidado domiciliar é uma ferramenta valiosa para o médico de família e comunidade, permitindo a continuidade do cuidado, o manejo de exacerbações de doenças crônicas, a supervisão pós-alta hospitalar e a avaliação da necessidade de internação, otimizando recursos e humanizando a assistência.
O cuidado domiciliar é uma das ferramentas mais potentes e humanizadas à disposição do médico de família e comunidade, permitindo uma visão holística do paciente em seu ambiente social e familiar. Essa modalidade de atenção é fundamental para a longitudinalidade do cuidado e para a gestão de diversas condições de saúde, desde a prevenção até os cuidados paliativos. As razões para se acompanhar pessoas em casa são variadas e incluem o manejo de exacerbações de doenças crônicas, como a Doença de Alzheimer, onde a avaliação no ambiente do paciente pode fornecer informações cruciais para o ajuste terapêutico. A supervisão pós-alta hospitalar, como após um infarto, é outra indicação importante, garantindo a continuidade do tratamento, a adesão medicamentosa e a prevenção de reinternações. Além disso, a visita domiciliar é essencial para a avaliação de pacientes com quadros agudos, auxiliando na decisão sobre a necessidade de internação hospitalar ou a possibilidade de manejo em casa. Embora a reabilitação de Acidente Vascular Cerebral e o cuidado de pacientes com câncer em estágio terminal sejam componentes importantes do cuidado domiciliar, a questão pode focar nas razões diretas para a visita do médico de família, que muitas vezes coordena uma equipe multidisciplinar. O cuidado domiciliar otimiza recursos, reduz a sobrecarga hospitalar e promove um cuidado mais centrado na pessoa e em sua família.
As indicações incluem o manejo de exacerbações de doenças crônicas como Alzheimer, supervisão pós-alta hospitalar (ex: pós-infarto) e avaliação da necessidade de internação hospitalar para pacientes com quadros agudos.
No domicílio, o médico pode avaliar o paciente em seu ambiente real, identificar fatores de risco, ajustar medicações e oferecer suporte à família, contribuindo para a continuidade e a integralidade do cuidado em doenças crônicas.
O médico de família avalia a necessidade de internação em domicílio em casos de quadros agudos que podem ser manejados em casa com segurança, ou para decidir sobre a necessidade de encaminhamento hospitalar, otimizando o uso dos recursos de saúde.
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