Colangite Aguda Grave: Diagnóstico e Conduta (TG18)

FAMERP/HB - Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto - Hospital de Base (SP) — Prova 2026

Enunciado

Uma mulher de 73 anos da entrada no pronto-socorro devido a febre alta (39°C), dor no quadrante superior direito e icterícia de início agudo. Nas últimas 12 horas, apresentou rebaixamento do nível de consciência e hipotensão (PA 80X50mmHg), necessitando do uso de noradrenalina. Exames laboratoriais: leucograma = 14.000/mm² com neutrofilia, fosfatase alcalina = 600 U/L, bilirrubina total = 6,0 mg/dL. A ultrassonografia do abdome mostra dilatação do ducto colédoco com cálculo impactado ao nível da ampola de Vater. De acordo com os critérios de Tóquio 2018, qual é o diagnóstico classificação e o manejo terapêutico correto?

Alternativas

  1. A) Colangite moderada; internação em UTI e drenagem endoscópica precoce após estabilização.
  2. B) Colangite moderada; antibioticoterapia por via intravenosa por 7 dias e drenagem endoscópica eletiva após estabilização hemodinâmica.
  3. C) Colangite grave; intervenção hemodinâmica imediata com suporte intensivo, antibioticoterapia e drenagem biliar emergencial por CPRE.
  4. D) Colangite grave; antibioticoterapia com atenção a agentes multirresistentes e drenagem cirúrgica imediata.

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