FMC/HEAA - Faculdade de Medicina de Campos - Hospital Álvaro Alvim (RJ) — Prova 2023
Para o rastreamento de uma doença existem critérios bem estabelecidos quanto ao exame e a doença. Sendo assim marque a alternativa correta quanto a esses critérios. Segundo a Diretrizes do Ministério da Saúde do Brasil esses critérios são utilizados no rastreamento do câncer de mama e colo de útero;I. A doença deve ser de evolução lenta, incidência ou prevalência elevada, em pacientes assintomáticos e existir tratamento para mesma. Em se tratando do rastreamento do câncer de mama a mamografia deve ser iniciada aos 50 anos, com intervalos bienal e parar aos 69 anos de idade;II. O rastreamento da doença diminuiu a morbimortalidade em pacientes sintomáticos e de risco elevado. Em se Tratando do rastreamento do câncer de mama a mamografia deve ser iniciada aos 50 anos, com intervalos bienal e parar aos 69 anos de idade;III. o exame de rastreamento deve ter sensibilidade elevado, baixo custo, não causar iatrogenia e ser aceito pela população a ser rastreada. Quanto ao rastreamento do câncer de colo o mesmo dever ser iniciado aos 25 anos em mulheres sexualmente ativa, intervalos de 2/2 ou 3/3 anos (após 2 exames consecutivos, com intervalos de um ano serem normais) e parar aos 64 anos;IV. O exame deve ter especificidade e sensibilidade elevada, baixo custo e benefícios maior que seus riscos. Em relação ao rastreamento de câncer de colo o mesmo deve ser iniciado 3 anos após a primeira relação sexual, intervalos de 2/2 anos após 2 exames consecutivos, com intervalo de um ano serem normais. Parar aos 64 anos.
Rastreamento: Doença lenta, prevalente, tratável + teste sensível, seguro, aceito. Mama: 50-69a, bienal. Colo: 25-64a, 3/3 anos (após 2 anuais normais).
Os critérios para rastreamento de doenças incluem que a doença seja de evolução lenta, com alta incidência/prevalência, tratável e em assintomáticos. O exame deve ter alta sensibilidade, baixo custo, ser seguro e aceito. Para câncer de mama, mamografia bienal de 50 a 69 anos. Para câncer de colo, Papanicolau de 25 a 64 anos, com intervalos de 3 anos após dois exames anuais normais.
O rastreamento de doenças é uma estratégia de saúde pública fundamental para a detecção precoce de condições que, se não tratadas, podem levar a desfechos graves. Para que uma doença seja rastreada, ela deve atender a critérios rigorosos, como ter uma história natural conhecida, ser de alta prevalência ou incidência, possuir um estágio pré-clínico detectável e um tratamento eficaz que altere o curso da doença. O exame de rastreamento, por sua vez, deve ser seguro, de baixo custo, ter alta sensibilidade e especificidade, e ser aceitável pela população-alvo. No Brasil, o Ministério da Saúde estabelece diretrizes claras para o rastreamento de câncer de mama e colo de útero, duas das neoplasias mais comuns entre as mulheres. Para o câncer de mama, a mamografia é o método de escolha, recomendada bienalmente para mulheres de 50 a 69 anos. Essa faixa etária e periodicidade são baseadas em evidências que demonstram o melhor balanço entre benefícios (redução da mortalidade) e riscos (falsos positivos, biópsias desnecessárias, sobretratamento). Para o câncer de colo de útero, o exame citopatológico (Papanicolau) é a ferramenta de rastreamento. As diretrizes atuais indicam o início do rastreamento aos 25 anos para mulheres que já tiveram atividade sexual. Após dois exames anuais consecutivos com resultados normais, a periodicidade passa a ser trienal, e o rastreamento pode ser interrompido aos 64 anos, desde que a mulher tenha resultados negativos nos últimos cinco anos. É crucial que residentes compreendam essas diretrizes para uma prática clínica baseada em evidências e para a correta orientação de seus pacientes, evitando rastreamentos desnecessários ou tardios.
Para ser rastreada, uma doença deve ter evolução lenta, alta incidência ou prevalência, ser detectável em fase assintomática e possuir tratamento eficaz. Além disso, o rastreamento deve ser custo-efetivo e diminuir a morbimortalidade da população.
O Ministério da Saúde recomenda a realização de mamografia bienal para mulheres na faixa etária de 50 a 69 anos. O rastreamento é direcionado a mulheres assintomáticas, sem histórico familiar de câncer de mama em parentes de primeiro grau antes dos 50 anos.
O rastreamento do câncer de colo de útero é realizado por meio do exame citopatológico (Papanicolau), iniciando-se aos 25 anos em mulheres sexualmente ativas. Após dois exames anuais consecutivos normais, o intervalo passa a ser de três anos, e o rastreamento é interrompido aos 64 anos, se a mulher tiver exames negativos nos últimos cinco anos.
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