Critérios NEXUS: Quando Retirar o Colar Cervical no Trauma

MedEvo Simulado — Prova 2026

Enunciado

Danilo, 30 anos, é levado à unidade de emergência após sofrer uma colisão automobilística traseira em baixa velocidade enquanto dirigia seu veículo utilizando cinto de segurança. Ele foi imobilizado preventivamente pela equipe de resgate com colar cervical e prancha rígida. Na admissão, o paciente apresenta-se hemodinamicamente estável (Pressão Arterial de 120 x 80 mmHg, Frequência Cardíaca de 72 bpm), com Escala de Coma de Glasgow 15, sem sinais de intoxicação por álcool ou drogas e sem outras lesões aparentes. Durante o exame físico, Danilo nega dor espontânea no pescoço e não apresenta sensibilidade ou dor à palpação da linha média da coluna cervical. Ele não possui déficits neurológicos focais e não apresenta lesões dolorosas em outras partes do corpo que possam distrair sua atenção. Diante desse cenário, a conduta mais adequada em relação à imobilização cervical é:

Alternativas

  1. A) Encaminhar o paciente para Tomografia Computadorizada de coluna cervical devido ao mecanismo de trauma envolvido.
  2. B) Solicitar radiografia da coluna cervical nas incidências frente, perfil e transoral antes de autorizar a retirada do colar.
  3. C) Manter o colar cervical e repetir o exame físico completo após um período de 6 horas de observação clínica.
  4. D) Proceder à retirada do colar cervical baseando-se exclusivamente na avaliação clínica, sem necessidade de exames de imagem.

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