Santa Casa de Ourinhos (SP) — Prova 2022
Em exame de densitometria, é considerada a osteopenia quando o resultado é:
Osteopenia = Score T entre -1,0 e -2,5 desvios padrão na densitometria óssea.
A osteopenia é definida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como um score T entre -1,0 e -2,5 desvios padrão na densitometria óssea. É uma condição intermediária entre a densidade óssea normal e a osteoporose, indicando um risco aumentado de fraturas, mas menor que na osteoporose.
A densitometria óssea é o exame padrão-ouro para o diagnóstico de osteopenia e osteoporose, medindo a densidade mineral óssea (DMO) em locais como coluna lombar, fêmur e rádio. A osteopenia é uma condição caracterizada por uma DMO abaixo do normal, mas não tão baixa quanto na osteoporose, sendo um importante preditor de risco de fraturas futuras. Sua identificação precoce permite intervenções para retardar a progressão. O diagnóstico de osteopenia é feito com base no score T, que compara a DMO do paciente com a de um adulto jovem saudável. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a osteopenia é definida por um score T entre -1,0 e -2,5 desvios padrão. Valores de score T ≥ -1,0 são considerados normais, enquanto valores ≤ -2,5 indicam osteoporose. O manejo da osteopenia envolve a modificação de fatores de risco, como suplementação de cálcio e vitamina D, exercícios físicos com carga, cessação do tabagismo e consumo excessivo de álcool. Embora nem todos os pacientes com osteopenia progridam para osteoporose, a identificação e intervenção são cruciais para prevenir fraturas e melhorar a saúde óssea a longo prazo, especialmente em populações de risco como mulheres pós-menopausa.
O score T é um valor que compara a densidade mineral óssea do paciente com a de um adulto jovem saudável do mesmo sexo, expresso em desvios padrão. É o principal critério para o diagnóstico de osteopenia e osteoporose.
A osteopenia é uma redução da densidade óssea, com score T entre -1,0 e -2,5, enquanto a osteoporose é uma condição mais grave, com score T igual ou inferior a -2,5, caracterizada por maior fragilidade óssea e risco elevado de fraturas.
É indicada para mulheres pós-menopausa, homens acima de 70 anos, e indivíduos com fatores de risco para osteoporose, como uso crônico de corticosteroides, baixo peso, histórico familiar de fraturas, entre outros.
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