UFRN/EMCM - Escola Multicampi de Ciências Médicas (RN) — Prova 2020
Em relação ao diagnóstico de Diabetes Melito na criança, marque a sequência correta de V ou F:( ) Os sintomas característicos (poliúria, polifagia, polidipsia e perda de peso) com dosagem da glicemia realizada a qualquer momento, sem necessidade de jejum mostrando valor igual ou maior que 200 mg/dl fecha o diagnóstico de diabetes, não sendo necessário a repetição do exame em jejum. ( ) Para fechar o diagnóstico de diabetes melito na infância quando a dosagem da glicemia em jejum, de pelo menos 8 horas, mostra valor igual ou maior que 126 mg/dl é necessário repetir o exame em jejum, principalmente na ausência de sintomas clínicos de diabetes. ( ) O teste de sobrecarga oral a glicose (1,75 gramas/quilo de glicose, máximo 75 gramas), com dosagem de glicemia 2 horas após a sobrecarga, mostrando valores iguais ou maiores que 126 mg/dl fecham o diagnóstico de diabetes melito na infância. ( ) A hemoglobina glicada não tem valor no diagnóstico de diabetes melito na infância, mesmo quando sua dosagem mostra valores acima de 6,5%.
Critérios DM criança: Glicemia aleatória ≥ 200 mg/dL + sintomas OU Glicemia jejum ≥ 126 mg/dL (confirmar) OU TOTG 2h ≥ 200 mg/dL OU HbA1c ≥ 6,5%.
Os critérios diagnósticos para Diabetes Mellitus em crianças são os mesmos dos adultos, baseados em glicemia de jejum, glicemia aleatória com sintomas, teste de tolerância oral à glicose e hemoglobina glicada. É fundamental a confirmação laboratorial, exceto em casos de sintomas clássicos e glicemia aleatória muito elevada.
O diagnóstico de Diabetes Mellitus na criança é um tema crucial na pediatria, dada a crescente incidência, especialmente do Diabetes Tipo 1. A identificação precoce é fundamental para iniciar o tratamento e prevenir complicações agudas como a cetoacidose diabética. Os critérios diagnósticos são bem estabelecidos e devem ser seguidos rigorosamente. Os principais critérios incluem a presença de sintomas clássicos (poliúria, polidipsia, polifagia e perda de peso inexplicada) associados a uma glicemia plasmática aleatória (a qualquer hora do dia) igual ou superior a 200 mg/dL. Outros critérios são a glicemia de jejum (após 8 horas de jejum) igual ou superior a 126 mg/dL, que deve ser confirmada em uma segunda amostra, e a glicemia plasmática duas horas após um Teste de Tolerância Oral à Glicose (TOTG) igual ou superior a 200 mg/dL. Recentemente, a hemoglobina glicada (HbA1c) também foi incorporada como critério diagnóstico, com um valor igual ou superior a 6,5% sendo indicativo de diabetes. É importante ressaltar que, na ausência de sintomas inequívocos, o diagnóstico deve ser confirmado pela repetição do exame ou por um segundo método diagnóstico. A interpretação correta desses exames é vital para o manejo adequado da criança com diabetes.
Os critérios incluem: sintomas clássicos (poliúria, polidipsia, polifagia, perda de peso) com glicemia aleatória ≥ 200 mg/dL; glicemia de jejum (≥ 8h) ≥ 126 mg/dL (confirmar); glicemia 2h após TOTG (1,75g/kg, máx 75g) ≥ 200 mg/dL; ou HbA1c ≥ 6,5%.
Sim, é necessário repetir o exame de glicemia de jejum quando o valor é igual ou maior que 126 mg/dL, especialmente na ausência de sintomas clínicos, para confirmar o diagnóstico de Diabetes Mellitus.
Sim, a hemoglobina glicada (HbA1c) tem valor diagnóstico para diabetes em crianças, sendo um critério quando seu valor é igual ou maior que 6,5%. No entanto, deve-se considerar fatores que podem afetar sua precisão.
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