HGNI - Hospital Geral de Nova Iguaçu (Hospital da Posse) (RJ) — Prova 2015
A causa mais comum de crise convulsiva no lactente jovem é:
Lactente com crise convulsiva → sempre investigar infecção SNC, especialmente meningite bacteriana, a causa mais comum.
Em lactentes jovens, a imaturidade do sistema nervoso central os torna mais suscetíveis a convulsões por diversas etiologias. A meningite bacteriana é uma causa grave e comum, exigindo alta suspeição e investigação imediata devido ao risco de sequelas neurológicas.
A crise convulsiva em lactentes é um evento alarmante que exige investigação imediata devido à ampla gama de etiologias, desde condições benignas até doenças graves com alto risco de morbimortalidade. A imaturidade do sistema nervoso central dos lactentes os torna mais propensos a convulsões e a apresentarem sintomas atípicos de doenças graves. A meningite bacteriana é uma das causas mais comuns e perigosas de crise convulsiva em lactentes jovens. A fisiopatologia envolve a inflamação das meninges e do parênquima cerebral, levando a irritação cortical e descargas elétricas anormais. A suspeita deve ser alta em qualquer lactente com febre e convulsão, especialmente se houver outros sinais de infecção sistêmica ou neurológica. O tratamento da meningite bacteriana é uma emergência médica, com antibioticoterapia intravenosa precoce sendo crucial para reduzir sequelas. O prognóstico depende da rapidez do diagnóstico e início do tratamento. É fundamental que residentes saibam diferenciar as causas e priorizar a investigação de condições graves para garantir um manejo adequado e minimizar danos neurológicos.
Sinais incluem febre, irritabilidade, letargia, recusa alimentar, fontanela abaulada e, em casos graves, convulsões. Rigidez de nuca pode estar ausente em lactentes.
A convulsão febril benigna é um diagnóstico de exclusão. É crucial investigar infecções do SNC (como meningite) antes de atribuir a convulsão à febre, especialmente em lactentes jovens.
Estabilização do paciente, coleta de exames laboratoriais (hemograma, PCR, hemocultura) e punção lombar para análise do líquor, seguida de antibioticoterapia empírica de amplo espectro.
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